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A Guerra que me Ensinou a Viver

29 maio 19 2 mins. de leitura
por Mandy Ariani
ATENÇÃO: Esse artigo poderá conter alguns spoilers

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Título A Guerra que me Ensinou a Viver
Autor(a) Kimberly Brubaker Bradley
Tradutor(a) Mariana Serpa
Editora DarkSide Books
Páginas 280
Ano 2018
A Guerra Que Salvou a Minha Vida ganhou um lugar especial no coração dos leitores brasileiros. A história da pequena Ada — que, com seu irmão caçula, deixou para trás sua casa em Londres para escapar dos bombardeios da Segunda Guerra Mundial — arrancou lágrimas, sorrisos e suspiros na mesma medida. Com o coração repleto de esperança e afeto, a DarkSide® Books orgulhosamente apresenta A Guerra Que Me Ensinou a Viver, a emocionante continuação do livro de Kimberly Brubaker Bradley.

Se você leu A Guerra que Salvou a Minha Vida, certamente se encantou pela história de Ada, Jaime e Susan. Nesse segundo volume, a narrativa mantém sua essência e continua a nos cativar com os preceitos de amor, amizade e solidariedade. A Guerra que me Ensinou a Viver é um verdadeiro presente para os leitores que gostariam de reencontrar e se despedir de seus personagens favoritos.

A trama se inicia pouco depois dos eventos do final do primeiro livro. Portanto, Ada finalmente deve operar seu pé torto, mas muitos outros obstáculos ainda aguardam a protagonista e seus companheiros. Afinal, a guerra ainda não acabou.

Para começar, como a casa de Susan foi destruída, todos se mudam para uma moradia cedida pela família Thorton. Nesse cenário, muitos novos desafios começam a surgir. Além disso, as consequências da guera continuam mais fortes do que nunca, então os cidadãos precisam lidar com o racionamento de alimentos, o medo de chegar uma carta anunciando a morte de um ente querido, abrigos em caso de bombardeio, janelas cobertas para que a luz não denuncie os alvos e, até mesmo, vigias em caso de incêndio.

É possível saber um monte de coisas e mesmo assim não acreditar em nenhuma delas.

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Sem querer dar spoiler, A Guerra que me Ensinou a Viver trará novas discussões muito importantes. Através de um novo personagem, nós poderemos refletir sobre outros tipos de impactos provenientes da guerra. Logo, temáticas como preconceito, empatia, trauma e superação são assuntos recorrentes no livro.

Sem dúvidas, uma das melhores coisas nessa narrativa é o desenvolvimentos dos coadjuvantes. Pois, com o passar da leitura, nós passamos a compreendê-los melhor. Então, se você quer saber mais sobre a Maggie, melhor amiga de Ada, e sua mãe,  Lady Thorton, não deixe de ler esse livro.

Se eu me abrir, vou me desmantelar.

A Guerra que me Ensinou a Viver é uma história recheada de ensinamentos. Um deles é que, realmente, há guerra de tudo quanto é tipo, e apesar das percas e sacrifícios, não devemos nos contentar só com sobreviver, é necessário lutar pela felicidade. Ao final dessa história, é incrível perceber que os personagens estão alcançando uma versão melhor de si mesmos, e isso nos deixa esperançosos e com o coração quentinho.

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