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Vingadores Ultimato: A Linha do Tempo Explicada
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Vingadores Ultimato: A Linha do Tempo Explicada

27 abr 19 13 mins. de leitura
por Caique Araujo
ATENÇÃO: Esse artigo poderá conter alguns spoilers

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Vingadores: Ultimato já está borbulhando na mente de inúmeros fãs ao redor deste planeta. Como já era teorizado por muitos, o caos instaurado por Thanos em Vingadores: Guerra Infinita é resolvido com um estalar de dedos – ops – e inúmeras viagens no tempo. Um dos maiores problemas ao encarar o enredo é: ele é complexo. As viagens no tempo são delicadas e quando mal conceituadas resultam apenas em interpretações confusas – furos – dentro da narrativa. O filme cria uma figura complexa sobre as linhas do tempo e é isso que vamos desvendar!

© Material de divulgação passível de direitos autorais.

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Vingadores Ultimato é o melhor filme baseado em quadrinhos de todo tempo, indispensável na lista de qualquer nerd.

De hoje em diante, fãs estarão por toda parte decifrando paradoxos temporais e as linhas do tempo criadas em Vingadores: Ultimato – assim como eu. Apesar de soar como uma novidade para muitos, viajar no tempo é uma estratégia frequente nos quadrinhos. O longa, entretanto, não faz muita questão de teorizar como as coisas funcionam – talvez, falte tempo em tela para tantos acontecimentos. Portanto, há apenas duas cenas que narram diretamente o processo e os impactos das viagens. É a partir de tais cenas que resolveremos esse emaranhado de caos que fora criado. E, leitores, nem preciso lembrá-los que: existe inúmeros spoilers nesse artigo.

Como funcionam as Viagens do Tempo?

Antes de teorizar sobre o filme, vamos compreender as viagens no tempo. Na prática existem apenas duas situações possíveis: o viajante já esteve no passado, portanto nada muda como deveria; ou, o viajante não participa da mesma realidade de origem. Complexo? Nem tanto.  Enquanto na primeira situação, as coisas que aconteceram e as viagens realizadas já faz parte da própria linha do tempo, como no filme O Exterminador do Futuro. Na segunda, o viajante é incapaz de mudar quaisquer eventos dentro da realidade de sua origem, afinal, ele estará viajando para uma nova realidade.

Agora, contrapondo esses conceitos ao longa. Sendo o primeiro caso, os Vingadores iriam tentar voltar no tempo para impedir Thanos, MAS seriam incapazes. Afinal, eles já teriam estado no passado o que levou ao próprio futuro com Thanos destruindo metade de tudo que existe. Enquanto no segundo caso, utilizado no filme, os Vingadores visitam outras realidades, “furtam” as Jóias desses tempos e trazem para a sua realidade… desfazendo o que Thanos fez, provocando novas situações e não apagando as anteriores. Se houve alguma confusão temporal em seus pensamentos, sugiro que leia um artigo mais aprofundado sobre viagem no tempo.

A Viagem no Tempo em Vingadores: Ultimato

Logo no início, Scott Lang, vulgo Homem-Formiga, avisa aos Vingadores que é possível navegar através do espaço-tempo continuum utilizando o Reino Quântico. Dessa forma, seria possível “miniaturizar-se”, navegar pelos túneis quânticos e encontrar uma forma de impedir as ações do Titã Louco. Batizado no filme de “Assalto no Tempo”, a ideia é voltar para pontos específicos no tempo onde a localização das Jóias do Infinito é conhecida.

Seguindo a premissa, durante o longa metragem, existem dois momentos cruciais nos quais a viagem no tempo é explanada. No primeiro, Rhodes, vulgo Máquina de Combate, questiona se eles não poderiam simplesmente voltar e “eliminar” o Thanos bebê, evitando todo o caos desde o princípio. É quando o Doutor Hulk decide explicar que o tempo não se comporta dessa forma, segundo suas próprias palavras:

“Alterar o passado não altera o futuro. […] Se você viaja ao passado, o passado passa a ser o seu futuro. E seu antigo presente passa a ser o seu passado, que agora não tem como ser alterado pelo seu novo futuro.” – Doutor Hulk

Basicamente, Banner fala sobre a teoria das realidades paralelas. Uma vez que um viajante do tempo viaja para o passado, ele não está na mesma realidade do seu “antigo” futuro. Na prática, ele navegou da Realidade A para a Realidade B e as mudanças executadas na Realidade B continuarão por lá e não alterarão a Realidade A. Isso é novamente confirmado mais adiante. Quando parte dos Vingadores voltam para a “Realidade 2012”. Há um momento no qual Hulk encontra a Anciã e eles tem o seguinte diálogo:

“As jóias do infinito criam o que você vivência como o fluxo do tempo. Remova uma das jóias e esse fluxo se divide. Isso pode beneficiar a sua realidade, mas a minha nova, essa, não muito. É que nessa ramificação da realidade, sem a nossa maior arma contra as forças das trevas… nosso mundo seria dominado. Milhões vão sofrer. Então me diga doutor, a sua ciência pode evitar tudo isso?” – A Anciã

 

“Não, mas podemos apagar isso. Porque, assim que acabarmos com as jóias, poderemos retorná-las cada uma a sua linha do tempo assim que foi tirada. Então, cronologicamente, nessa realidade ela nunca terá saído.” – Bruce Banner

Em outros termos, a Anciã explica que as jóias são as únicas capazes de dividir o fluxo do tempo. Alterar a linearidade delas, resultará em uma nova realidade. Em contraponto, Bruce argumenta que ao retornar com as jóias do infinito para as respectivas realidades de origem, essas realidades serão reajustadas. E é aqui que o roteiro, torna-se complexo e um pouco contraditório na construção cientifica. Bruce utiliza a palavra “apagar”, o mais correto seria “corrigir”, uma vez que os eventos de furto não poderão ser desfeitos.

Primeiro, Doutor Hulk avalia as viagens como transposição entre linhas do tempo paralelas. Entretanto, a Anciã afirma que as Jóias são capazes de alterar o fluxo do tempo. Nesse processo, algumas questões ficam em aberto, são elas: se a viagem, por si só, cria realidade paralelas, então cada viagem é uma nova linha do tempo? Se as jóias alteram o fluxo do tempo, então a viagem está na mesma realidade de origem até eles retirarem a joia e criarem uma nova realidade? E, depois, quando eles retornam as jóias às origens, como ficam os eventos que sucederam a retirada das jóias?

A Viagem no Tempo no Universo dos Quadrinhos da Marvel

Para entendermos melhor, vamos ao rico universo das HQs. Por volta da década de 90, viagem no tempo já era um evento recorrente na maioria dos quadrinhos. Seguindo o curso natural de milhares de histórias, a ideia do Multiverso já foi explorada e explicada por diversas vezes no Universo dos Quadrinhos da Marvel. O próprio Universo Cinematográfico da Marvel, ou MCU, é um universo paralelo presente dentro do Multiverso oficial da Marvel, a Terra 199999. Para entender os conceitos desenvolvidos no filme, devemos voltar algumas décadas nas histórias publicadas: o momento em que as jóias do infinito foram conceitualizadas.

Como você já deve ter lido no artigo com as 5 HQs essenciais antes de assistir Vingadores: Ultimato, a Trilogia do Infinito foi responsável por desenvolver as jóias e a relação de Thanos com os Vingadores. Entretanto, somente em “The Thanos Quest” é estabelecido que as jóias do infinito são os “restos” de uma entidade antiga que viveu antes da existência do próprio tempo.

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The Thanos Quest foi uma série de histórias publicadas durante a década de 90, quando decidiram explorar o conceito por trás das Gemas do Infinito.

As Gemas do Infinito

Na história, de acordo com o que Thanos observa no Poço Infinito, esse ser todo poderoso era a única coisa viva em todas as realidades. Entretanto, em meio a solidão onipotente, a entidade decide dar um fim a sua própria vida. Como resultado, das cinzas de sua morte vieram as seis Gemas do Infinito que detinham todo o poder de seu antigo eu. Caso soe semelhante, uma explicação parecida, mas de forma reduzida, aconteceu no filme Guardiões da Galáxia, em 2014.

Ao olhar profundamente nos quadrinhos, o escopo da origem da Gemas do Infinito somado a viagem no tempo faz parte do enredo compartilhado de alguns dos nossos heróis favoritos e de seus vilões mais temíveis. O personagem Kang, O Conquistador, vilão do Quarteto Fantástico, por exemplo, é um dos mais notórios viajantes do tempo da Marvel. Por esses e outros motivos, a viagem no tempo é um evento tangível que os cientistas e os heróis aceitam e utilizam frequentemente nas HQs. E, claro, ela implica em inúmeros Multiversos, realidades e não altera o universo e/ou realidade originais. Abaixo o conceito detalhado sobre Multiversos:

Multiverso é uma coleção de universos alternativos que dividem uma hierarquia universal, é uma subseção do grande Omniverso, a coleção de todos os universos alternativos. Uma grande variedade desses universos foram originados como uma forma de divergência de outras realidades, onde um evento com diferentes resultados possíveis dá origem a universos diferentes, um pada cada resultado. Alguns parecem se passar no passado ou futuro, devido a diferença em como o tempo passa em cada universo. Muitas vezes, novos universos e dimensões nascem devido a viagens no tempo (outra forma de divergência).

E, aqui, vale a pena acrescentar mais uma informação interessante e importante: cada Universo dentro do Multiverso possui a sua própria versão das Gemas e elas só teriam efeitos dentro do seu Universo de origem. Agora, a situação começa a complicar. Por que, afinal, se as Gemas só funcionam dentro do seu Universo de origem, como elas poderiam ter funcionado na Realidade 2024? É válido pressupor, portanto que: não existe o conhecido Multiverso em Vingadores: Guerra Infinita.

Furos no Roteiro? A complexidade da Viagem no Tempo em Vingadores: Ultimato

Voltando as questões sobre o longa, ao final do enredo, o plano de Bruce de recolocar as Jóias do Infinito onde eles encontraram supostamente “funciona”. Também é presumido que após Tony Stark estalar os dedos, as Jóias e o universo estão “teoricamente” salvos e seguros. Infelizmente, é nesse momento que o filme contradiz a sua própria versão de viagem no tempo.

Quando os Vingadores voltam no tempo para proteger as Jóias, as ações de Thanos em Guerra Infinita não são imediatamente alteradas. Somente quando eles recuperam todas as jóias, Banner é capaz de desfazer o que fora feito por Thanos com o estalar de dedos. Mas, então, o simples fato de pegarem as jóias significaria que Thanos nunca teria sido capaz de coletar todas elas e acabar com a metade do universo em primeiro lugar, certo? Bem, não é bem assim, porque o que parece é que o MCU está realmente apresentando aqui uma linha do tempo singular e flutuante, dividindo-a em realidades paralelas. Cabe ao espectador interpretar que as Jóias são a mesma para realidades diferentes.

Uma linha do tempo sempre em mudança, mas em um estado singular, é a única maneira dos eventos fazerem algum sentido. Parece que os diretores querem que acreditemos que o impacto dos eventos foi tal como aconteceu durantes os filmes que já vimos, sem mudar o futuro em 2024. É uma estrutura confusa de regras que parecem flexíveis dependendo das necessidades da história. Quando colocamos os eventos na mesa, as coisas não fazem sentido enquanto não paramos para aceitar que os eventos são desconexos entre as realidades e cada uma delas tem uma nova história a partir de agora, mas eram uma só até as viagens acontecerem.

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Sendo assim, vamos concordar por um momento que existem realidades paralelas, sendo elas: Realidade Original, Realidade 2012, Realidade 2013, Realidade 2014, Realidade 1970 e Realidade 1950. Os Vingadores, na realidade original, partem para as demais realidades e elas começam a coexistir.

Realidade 2012

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Vingadores

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A realidade retorna para os eventos do longa Vingadores, em 2012.

Nela, Capitão América, Homem de Ferro, Homem Formiga e Hulk são responsáveis por capturar três jóias: a do Espaço, a da Mente e do Tempo. Algumas coisas não saem como planejado e a Joia do Espaço não é capturada, e Loki simplesmente evapora com ela. Isso implica que, para essa realidade, os planos de Loki de dominar a Terra continuarão em progresso.

Realidade 2013

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Thor: O Mundo Sombrio

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A realidade retorna para os eventos do longa Thor: O Mundo Sombrio, em 2013.

Thor e Rocket Raccoon (o guaxinim) retornam para capturar a Joia da Realidade – o Éter. Nesse evento, a única repercussão drástica é que o filme Thor: O Mundo Sombrio deixaria de existir, já que Malekith não teria mais acesso ao Éter que estava com Jane – até que Capitão América tenha retornado com a Joia.

Realidade 2014

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Guardiões da Galáxia

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A realidade retorna para os eventos do longa Guardiões da Galáxia, em 2014.

Máquina de Combate, Gavião Arqueiro, Viúva Negra e Nebulosa voltam aos eventos de Guardiões da Galáxia afim de recuperar as Jóias do Poder e as Jóias da Alma. As implicações por aqui foram ainda mais devastadoras. O Thanos, desta realidade, descobre que não obteve sucesso por completo e parte para a Realidade Original, o que invalidaria suas ações de estalar a Manopla na Realidade atual. Enquanto, Natasha deu fim a sua vida para que conseguissem recuperar a Jóia da Alma.

Realidade 1970

Devido a Tony Stark não obter sucesso na Realidade 2012, eles tiveram que voltar um pouco mais atrás e recuperar o Tesseract – que estava sob a viligância da SHIELD naquela época. As implicações direta nessa realidade não foram muitas, mas ela simplesmente faria com que TODOS os filmes da Marvel não fizerem mais sentido, uma vez que o Tesseract foi uma peça fundamental em vários deles – mas, é claro, o retorno do Capitão à essa realidade corrige os eventos.

Realidade 2024

O Titã Louco da Realidade 2014 aparece e, supostamente, qual universo ele estaria diluindo caso estalasse novamente os dedos? Porque, agora, ele não pertence mais a Realidade 2014, logo, por lá ele nem teria a Manopla, enquanto que aqui nem faz parte do universo dele. Mas, então tudo deu certo e Capitão América precisou voltar e recolocar as Gemas em cada uma das Realidades das quais elas foram tiradas. Mas será que isso reverteria os eventos: Loki desaparecido, Viúva Negra morta e Thanos em 2014?

Realidade 1950

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Capitão América e Peggy

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Steve cria uma nova realidade onde ele e Peggy ficaram juntos e, provavelmente, a HYDRA foi eliminada bem mais cedo.

Após concluir sua tarefa, Steve Rogers faz diferente e volta para 1950, finalmente entregando a Peggy Carter a prometida “dança”. Decide então viver ali até os últimos anos de sua vida, quando retorna para a Realidade 2024, conta sobre o seu feito e passa o “escudo” para Sam, o Falcão.

O que podemos concluir?

A explicação mais plausível para que tudo aconteça como deve ser é tão simples e complexa ao mesmo tempo: o filme criou seis realidades paralelas que coexistem entre si e não existiam até o momento da viagem no tempo. Então, o que temos não é um Multiverso, mas uma linha do tempo segmentada. Mesmo que Banner tenha proposto devolver as jóias, ele apenas “não quebrou” aquelas realidades e concertou a sua. O que temos certeza? Existe uma realidade onde Loki fugiu, outra onde Thanos deixou de existir e uma última em que Capitão América nunca desapareceu. As demais implicações são desconhecidas e quem sabe isso possa ser retomado no futuro.

Como o filme não resolve o conceito das Jóias, temos também que pressupor que embora as realidades sejam diferentes entre si, elas fazem parte do mesmo Universo e nenhum delas foi reescrita. Se a qualquer momento o discurso for diferente deste, então o roteiro está errado e repleto de furos que não fazem sentidos lógicos e organizacionais.

[ATUALIZADO] O Mistério Revelado

Pois bem, pouco mais de três dias depois da publicação deste artigo, Anthony e Joe Russo confirmaram minhas teorias. Estamos lindando agora, no MCU, com múltiplas realidades coexistentes. Durante uma coletiva de imprensa para promover o filme na China, eles concordaram em explicar como as viagens temporais funcionam no longa. Segundo eles:

“Não estamos lidando com um loop temporal. Tanto a Anciã quanto o Hulk estavam certos a respeito. Você não pode mudar o futuro simplesmente voltando no passado. Mas, é possível criar um futuro alternativo. Não é o efeito borboleta. Cada decisão que você fez no passado pode criar uma nova linha do tempo […] Por exemplo, o Capitão velho ao final do filme, ele viveu sua vida de casado em um universo diferente do principal. Ele teve que fazer outro salto para o universo principal para entregar o escudo ao Sam […]”.

Vale lembrar que isso também reafirma a ideia que Vingadores: Ultimato não aborda o Multiverso (ou universos paralelos), mas sim Realidades Paralelas. Algo bem diferente. Isso também resolve o mistério sobre “a Manopla e as Gemas serem incapazes de funcionar em Universos diferentes”, nada foi abordado sobre não poder funcionar em realidades que coexistem.

O Futuro do Universo Cinematográfico da Marvel

O que sabemos é que as partículas Pym continuarão existindo. É altamente provável, portanto, que esse seja apenas o começo das viagens no tempo no MCU e, talvez, a criação dessas realidades possam resultar em algumas catástrofes e ramificações muito maiores. Por exemplo, existem cinco realidades onde o Homem de Ferro ainda está vivo e mais quatro onde o Thanos ainda quer a Manopla, já pensou sobre isso? Quais são suas teorias?

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